Entrevista exclusiva com Henrique Avancini.

Entrevista exclusiva com Henrique Avancini.

Em entrevista exclusiva para a semexe, Avancini nos contou como é a relação dele com o projeto e como ele vê a expectativa para a copa do mundo, veja como foi a seguir.

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Como se sente em relação às edições anteriores do  Pedaling for a reason e qual sua expectativa com a nova campanha:

O Pedaling for a Reason é um projeto que surgiu do coração com a ideia de ajudar a divulgar e arrecadar recursos para Ongs que prestam serviços relevantes.

A escolha desse projeto em si, tem muito a ver com o fato de eu ser brasileiro, óbvio, e por eu ser biker e ter um contato e uma conexão com à natureza e meio ambiente muito forte. Esse é um projeto que eu acompanho desde o nascimento dele, e sei que tem muito valor e que o trabalho é muito eficiente,  porque boa parte dos meus amigos mais íntimos já foram em expedições, como médicos, educadores, nutricionistas e dentistas.

Então eu sei pelas histórias deles que é um projeto magnífico que auxilia muita gente

O que cada ilustração na sapatilha representa pra você?:

A customização da sapatilha é um grande desafio, principalmente porque a gente quer fazer algo bonito, que conte uma história e que tenha muito sentido.

Eu acredito que nessa edição o pessoal da Black Tiger realmente se superou, fazendo artes que realmente retratam os grandes valores e belezas da região, e muito do projeto em si, o Salvação para Amazônia.

Então são verdadeiras obras de arte que vou castigar um pouquinho em 4 ocasiões, mas que são realmente peças para colocar na parede, apreciar os detalhes.

Como você vê a parceria de empresas como Semexe e Black Tiger que estão lado a lado em ações solidárias que fomentam o esporte e ajudam o País?

Como atleta, às vezes nós temos ideias muito legais, nós temos projetos que são menos profissionais que são menos profissionais e mais de cunho emocional, e o Pedaling for a Reason é puramente isso. A vontade de fazer alguma coisa que seja legal, de aproveitar a exposição que eu tenho nas competições, para ajudar pessoas de uma forma organizada.

Eu fico muito feliz com esse projeto, porque cada vez mais eu me aproximo de pessoas e empresas que estão fazendo isso por amor. Por amor à bike e por amor ao próximo, então a gente tem uma sinergia que faz com que o projeto cresça e flua com uma naturalidade incrível. Isso me traz muita gratidão, por fazer algo tão profissional onde todos os envolvidos são voluntários.

A poucos meses dos Jogos de Tóquio, você estreia na Copa do Mundo. Como vê as expectativas para as duas competições?

A copa do mundo é um dos momentos mais importantes do ano. Justamente porque é a abertura das grandes competições.

Onde nós encontramos à pressão maior, as expectativas maiores e onde é o primeiro teste real para cada atleta onde cada um está e onde cada um pode chegar dentro de uma janela relativamente curta até os jogos olímpicos.

O que representa para você doar as sapatilhas da estreia da Copa do Mundo em 2021 sabendo que é a primeira prova sua, na Copa do Mundo, após você ter conquistado a vitória em Nové Mesto?

Sendo sincero, doar à sapatilha dói. São peças que eu gostaria de ter na parede da minha casa e de ficar olhando, apreciando e relembrando os bons momentos.

Mas toda vez que eu coloco na balança o que a doação  dessas sapatilhas vai possivelmente gerar na vida de outras pessoas, essa sensação ruim vai embora. Então eu sei que eu to fazendo uma coisa legal e que tem muita gente bacana envolvida comigo nisso, e por isso o resultado é tão positivo e atrativo.

Durante as provas, dá uma motivação extra saber que você tem esse projeto?

Eu acho que algumas escolhas que agente faz na vida, motivam muito. A minha primeira vitória na copa do mundo, eu venci com uma sapatilha personalizada, com uma sapatilha do Pedaling for a Reason. Tenho que admitir que foi uma motivação sim pré prova.

Só de lembrar que, se eu potencializasse o resultado, usando aquela sapatilha, a ajuda seria maior e mais expressiva para quem eu queria ajudar, e não só pela ajuda em si, mas também envolver as pessoas na causa. Acho que esse é o objetivo maior.

Conseguir o recurso de uma forma ou de outra, não é o maior problema, mas envolver e levar à causa para outras pessoas, o maior número de pessoas possíveis, isso é muito legal, isso me motiva muito.

Para saber mais sobre o Pedaling for a Reason acesse semexe.com/pedalingforareason